Uma mensagem sentida da prof. Teresa Vasconcelos…

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O preconceito é das coisas mais castradoras que há: porque se fica cego para outras realidades. No caso, acredito mesmo que é possível olhar para uma mesma realidade de forma diferente, razão pela qual: “a cada um sua razão”. Porém, isto não quer dizer que reina a anarquia, mas antes que cada um de nós valoriza mais ou menos determinados aspetos de uma mesma questão e, daí, o seu olhar diferente sobre a mesma realidade. Acontece, no entanto, que os outros significados “escondidos” também estão lá. Só é necessário que venha alguém desvendá-los, torná-los óbvios para os outros, através do seu olhar particular sobre essa mesmíssima questão. Aconteceu isso, por exemplo, com Galileu que, forçado a renegar publicamente as suas próprias convicções sobre o fato de para ele ser a terra a rodar em volta do sol, terá dito para si baixinho: “E, no entanto, ela move-se”. Num certo sentido, o movimento “O Dia da Alegria” é um bom exemplo do que acabo de dizer: basta haver alguém que, despido de preconceitos, acredite que num ambiente aparentemente desprovido de valor ou de oportunidades existem recursos inestimáveis que se podem valorizar e a que se pode dar expressão, e decida estimular a capacidade criativa de cada um de nós e a vontade de ser feliz que creio ser comum a todos para criar algo novo. De fato, as iniciativas que testemunhei no âmbito do movimento “O Dia da Alegria” tiveram tão somente como ponto de partida um ingrediente essencial: a criação da necessidade de se ser positivo, dado que a atitude contrária é um desperdício de energia e é contrária ao nosso instinto de sobrevivência que nos diz que é preferível ser-se feliz do que ser-se infeliz. E como “a necessidade aguça o engenho”…
O movimento “O Dia da Alegria” foi e é assim o delta de diferença entre a atitude do “deixa andar”, do conformismo com um estado de coisas que nos desagrada, ou talvez não, e a vontade de ser permanentemente feliz, de andar permanentemente focado em algo que nos dê prazer, de optar conscientemente por isso e convocar as vontades dos outros para aproveitar o que tem de bom o parceiro do lado, seja ele colega de escola, de profissão, amigo, etc, e escolher o rumo da nossa existência até onde isto for possível. Acho que sim. Porque não?” Prof. Teresa Vasconcelos

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